domingo, 27 de setembro de 2009

Que pena!




Que pena!
Acordei sem ternura
Sem espaço
Nem para teu abraço
Transformado em laço frouxo
Solto ao vento
Que pela janela entrou

Que pena!
A menina que fui
Ficou presa ao sonho
Desfeito em mil pedaços
Nem restaram afagos
Ou marcas coloridas
No corpo que acordou

Que pena!
O dia amanheceu cinza sem o teu amor.

3 comentários:

(CARLOS - MENINO BEIJA - FLOR) disse...

Ai, que lindo menina.Tenho certeza que a ternura está dentro de você para quem souber olhar e tocar.Lindo poema.Beijos

Pixu disse...

Obrigada, Carlos!...*s*

Anônimo disse...

lindo,lindo,lindo!!!!perfeito ,amei o poema!
obrigado por sua visita no meu cantinho! bj* querida!